eu te desejo flores lírios brancos margaridas girassóis rosas vermelhas e tudo quanto pétala asas estrelas borboletas alecrim bem-me-quer e alfazema eu te desejo emblema deste poema desvairado com teu cheiro teu perfume teu sabor, teu suor tua doçura e na mais santa loucura declarar-te amor até os ossos eu te desejo e posso palavrarte até a morte enquanto a vida nos procura (artur gomes)
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segunda-feira, 17 de outubro de 2011
quarta-feira, 14 de setembro de 2011
Samba e cultura no mercado
90 anos do Mercado Municipal de Campos
Hoje a partir das 18:oohs com os grupos Roni Águia e o Quarteto Samba, Arquitetura do Samba, Capoeira e Samba de Roda com a Associação dos profissionais de Capoeira do Norte Fluminense, Navio Negreiro, Afro-Arte Brsil Memorial Mestre Dendê.
Apoio Cultural: Jornal e Instituto O Papel e Kanal Produções
Mercado Municipal
Rua Tenente Coronel Cardoso/Rua Barão do Amazonas
Centro
Centro
O Mercado Municipal trocou de local três vezes, de acordo com as mudanças que ocorreram na cidade. Primeiro funcionou nas proximidades do Porto das Barcas do Rio Paraíba do Sul, que era onde tinha grande movimentação de pessoas e de cargas. Depois foi para a rua Oliveira Botelho, que até hoje os mais antigos moradores chamam de rua do Mercado. Entre a década de 40 e 50, o Mercado funcionou no largo onde atualmente é a Praça Chá-Chá-Chá.
Finalmente mudou-se para o atual local, anos após parte de um lago ter sido aterrado, com terra que foi retirada do morro onde se construiu o Liceu de Humanidades de Campos. O que deu origem ao mercado foi a iniciativa do feirante, Antônio João de Faria, que no início do século 20 tirava legumes, bananas, laranjas do porto e ia vender ali no aterro, que se formou uma grande terreno na área central. Outros feirantes vieram e, depois, deu orígem ao Mercado Municipal.
Finalmente mudou-se para o atual local, anos após parte de um lago ter sido aterrado, com terra que foi retirada do morro onde se construiu o Liceu de Humanidades de Campos. O que deu origem ao mercado foi a iniciativa do feirante, Antônio João de Faria, que no início do século 20 tirava legumes, bananas, laranjas do porto e ia vender ali no aterro, que se formou uma grande terreno na área central. Outros feirantes vieram e, depois, deu orígem ao Mercado Municipal.
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